Há décadas, cientistas comparam camundongos que comem à vontade e camundongos que comem 60% dessa dieta liberada. Como nenhum se exercita, os primeiros ficam obesos e os outros ficam com peso mais próximo do considerado saudável. Quando confrontados em relação à longevidade, os camundongos saudáveis vivem mais e têm menos doenças relacionadas ao envelhecimento - com Alzheimer - ou o aparecimento dessas doenças é atrasado. Em busca de entender por que isso acontece, pesquisadores do Instituto de Química da USP, orientados pela professora Alicia Kowaltowski, estudam o funcionamento das mitocôndrias - a parte da célula responsável pela produção de energia.
نیچے دیے گئے کارڈ پر ٹیپ کر کے مزید تفریحی انتخاب دیکھیں۔
آپ کو یہ بھی پسند آ سکتا ہے
ABC Jamboree by StoryBots
BabyBus | Monster Truck | Fire Truck, Police Car, Ambulance | Cars for Kids | Kids Songs
Alphabet ABC Phonics Series (From A to Z) in HD
Learn English Alphabet for Kids
Learn English With Disney Movies
Test Your English with TV Series and Movies
Educational Cartoons for Kids | Learn with Sheriff Labrador
🎃🕯️🧛♀️ HALLOWEEN STORIES 2025 🕷️🧹👻
Charlie and Lola Full Episodes
How to Be a Better Human
New Compilations | Chuggington
Recent videos we think you’ll love
CoComelon #shorts
All New Akili & Me
Sheriff Labrador New Episodes
Sheriff Labrador Popular Live Stream
Sheriff Labrador - Kids Cartoon | Safety Cartoon for Kids
SS 3 English
SS 1 Business & Finance
Primary 2 Mathematics
7 Bears | Netflix Jr
Bingo Songs! CoComelon Nursery Rhymes Mix
Hot Wheels: Let's Race | Netflix Jr
ABC Songs
تبصرے
3 تبصرے
Todos os vídeos desta reportagem estão aqui: Orientado pela professora titular Alicia Kowaltowski, do Instituto de Química, o pós doutorando Ignacio Amigo descobriu que o cérebro de camundongos fica mais protegido quando eles comem menos. Reportagem: Tabita Said e Caio Antonio. Edição: Alan Petrillo e Tabita Said. Imagens: Neural networks ( Cultura de neurônios e Microscopia eletrônica de mitocôndria (Ignacio Amigo) Gif: Saltatory Conduction (Dr. Jana / Wikimedia / CC BY 4.0)
Todos os vídeos desta reportagem estão aqui: Camundongos que comeram à vontade perderam mais células do fígado do que animais com a dieta controlada após sofrerem um procedimento similar ao transplante. É mais uma evidência de que ingerir menos calorias protege o organismo. Pelo menos em roedores. Quem explica é Sérgio Menezes, orientando da professora Alicia Kowaltowski, do Instituto de Química da USP. Eles relacionaram a proteção do fígado a um mecanismo da célula hepática: a maior capacidade da mitocôndria de captar cálcio antes de entrar em um processo chamado transição de permeabilidade, que compromete a produção de energia pela célula e pode levá-la à morte por necrose. O modelo utilizado foi de isquemia-reperfusão, que simula um transplante de fígado. O artigo publicado na Free Radical Biology and Medicine pode ser lido aqui: goo.gl/JYhTQd Reportagem: Ana Paula Chinelli e Vitor Taveira Brandão | arte: Alan Petrillo e Daniel Hebling | edição: Ana Paula Chinelli e Alan Petrillo
Todos os vídeos desta reportagem estão aqui: Camundongos que comeram à vontade perderam mais células do fígado do que animais com a dieta controlada após sofrerem um procedimento similar ao transplante. É mais uma evidência de que ingerir menos calorias protege o organismo. Pelo menos em roedores. Quem explica é Sérgio Menezes, orientando da professora Alicia Kowaltowski, do Instituto de Química da USP. Eles relacionaram a proteção do fígado a um mecanismo da célula hepática: a maior capacidade da mitocôndria de captar cálcio antes de entrar em um processo chamado transição de permeabilidade, que compromete a produção de energia pela célula e pode levá-la à morte por necrose. O modelo utilizado foi de isquemia-reperfusão, que simula um transplante de fígado. O artigo publicado na Free Radical Biology and Medicine pode ser lido aqui: goo.gl/JYhTQd Reportagem: Ana Paula Chinelli e Vitor Taveira Brandão | arte: Alan Petrillo e Daniel Hebling | edição: Ana Paula Chinelli e Alan Petrillo
